As memórias de Nadia Murad, prêmio Nobel da Paz de 2018 – Librópatas

Nadia Murad A Academia sueca anunciou, esta manhã, os nomes dos dois vencedores deste ano com o prêmio Nobel da Paz, em 2018. Os premiados foram ao ginecologista Denis Mukwege e o ativista Nadia Murad para o seu papel em relação aos abusos contra as mulheres, em tempos de guerra.

Em Murad você também pode encontrar em livrarias e bibliotecas. Plaza&Janés publicado serei o último. História do meu cativeiro e a minha luta contra o Estado Islâmico, as memórias no qual relata a história de seu cativeiro como escrava sexual de um Estado Islâmico.

“O jovem tornou-se um porta-voz de todos aqueles que sofreram a violência do Estado Islâmico, em face de genocídio, yezidi, e um dos líderes de um movimento que procura libertar as mulheres e meninas ainda viver como um escravo, o que lhe valeu a ameaça de morte do grupo terrorista”, explicou em nota de imprensa da Plaza&Janés, em que tem lembrou-lhes de que a publicação do livro.

Murad, que agora vive na Alemanha, escreveu a partir de seu exílio, de onde ele veio para escapar da guerra e depois de conseguir escapar em Mosul, suas experiências.